20.1 C
São Paulo
terça-feira, julho 5, 2022

Essa é a primeira coluna do Montanha em um novo formato: leitura.

Olá prezados:

Afinal, ler é algo muito importante e fica para sempre. Por isso, vamos lá:

Nesse nosso primeiro conteúdo, gostaria de colocar a vocês quais as ambições que todas as bandas e fanfarras do Brasil tem em 2022. Seriam estás ambições os concursos, de horas em horas em avenidas, com pouco público, sendo que o público que vai se acrescentando é o público das próprias bandas e fanfarras que já se apresentaram?

E se a ambição for levar as bandas e fanfarras onde está esse público? Espaços sem uso estão as dezenas espalhadas pelo Brasil. Mas e aí? O público vai somente assistir bandas? Sem qualquer infra-estrutura isso é impossível. No geral, um “concurso” deve ser algo a mais em um evento, seja gastronômico, cultural, esportivo, entre outros. Sem esses vetores, impossível ter um concurso.

Teatros e casas de espetáculo? Uma boa, mas para isso tem que se formar o público, que se forma….. nas avenidas…. Com atrativos….. senão não vai!

Lives? A pandemia trouxe isso, mas por exemplo, fazer eventos virtuais, sendo estes com gravações antigas ou algo mal preparado, é um fato a ser abandonado. Não estamos mais no “fique em casa”.

Para se ter eventos passamos também pelas entidades de bandas e fanfarras…. Que são mais questionadas pelo valor de anuidades e sem qualquer novidade que valha o investimento, mas também pela ausência de umas e outras quando mais as bandas e fanfarras precisavam: na pandemia. Escolher algumas e tirar mais de 90% do cenário de todas as outras foi o fim para muitas dessas corporações.

O foco é sempre bandas e fanfarras….. e até mídias do movimento acabaram “saindo” dessa regra, falando de gringos, histórias, contos do vigário, só faltou vender cerveja e lanches …… faltou e falta foco.

Então, vamos retornar ao foco. Vamos pensar em meios efetivos de público, de locais, de infraestrutura, de capacitação correta, de entidades agregadoras e participativas, de informação. Sem isso, de que adiantou parar por mais de 2 anos na pandemia e voltar antes de 2020? Paramos no tempo? Não, meus amigos. O tempo não para. A música acaba mas o movimento não!

Montanha
Ainda acreditando em dias melhores para nosso movimento marcial.