Abel de Morais

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BALIZA X DANÇA


A dança no contexto educacional brasileiro aparece como conteúdo da disciplina Artes; e é citada nas atividades Ritmicas e Expressivas da Educação Física. O profissional de Arte trabalha a dança como atividade e linguagem artística, forma de expressão, como conceito e linguagem estética de arte corporal. Enquanto que o profissional de educação física se utiliza da dança de forma instrumental, assim como a ginástica, os esportes e as lutas, enfocando o aspecto bio-fisiológico, e forma de atividade para condicionamento físico, visando bem estar e saúde que é sua área de atuação.

É preciso deixar claro que professor de educação física não é professor de dança. Apesar deste profissional se utilizar da dança como instrumento, em academias de ginástica para obter condicionamento físico e melhorar a qualidade de vida por exemplo. Os cursos de Educação Física não formam ou qualificam profissionais de dança, seja o artista bailarino, dançarino ou coreógrafo.
O ensino da dança nas escolas brasileiras deve ser abordado dentro do conteúdo Artes, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (fonte www.mec.gov.br)constitui componente curricular obrigatório, contemplando para o ensino fundamental Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, e, para o ensino médio, além destas linguagens já citadas, há a inclusão das Artes Audiovisuais. (PCN - BRASIL, 2000, p. 46)[3]
A abordagem da dança dentro do contexto da educação física é complementar e deve auxiliar no preparo físico para que os profissionais de artes possam atuar.

A dança é uma área de conhecimento autônoma, até mesmo dentro das Artes, e é preciso ser respeitada e reconhecida como tal. A formação para professores e artistas de dança é adquirida nos cursos superiores de dança (bacharelados e licenciaturas) e a profissão é regulamentada pela Lei 6.533/78 a Lei do Artista.

A história da dança cênica representa uma mudança de significação dos propósitos artísticos através do tempo.

Com o Balé Clássico, as narrativas e ambientes ilusórios é que guiavam a cena. Com as transformações sociais da época moderna, começou-se a questionar certos virtuosismos presentes no balé e começaram a aparecer diferentes movimentos de Dança Moderna. É importante notar que nesse momento, o contexto social inferia muito nas realizações artísticas, fazendo com que então a Dança Moderna Americana acabasse por se tornar bem diferente da Dança Moderna Européia, mesmo que tendo alguns elementos em comum.

A dança contemporânea como nova manifestação artística, sofrendo influências tanto de todos os movimentos passados, como das novas possibilidades tecnológicas (vídeo, instalações). Foi essa também muito influenciada pelas novas condições sociais - individualismo crescente, urbanização, propagação e importâncias da mídia, fazendo surgir novas propostas de arte, provocando também fusões com outras áreas artísticas como o teatro por exemplo.

A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. No antigo Egito já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem a Osíris. Na Grécia, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos.[1] A dança se caracteriza pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre).[2] Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.


A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculando das particularidades do teatro.


Atualmente, a dança se manifesta nas ruas em eventos como "Dança em Trânsito" em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico.

Baliza

Homenagens a todas as balizas.

Concluo que a fusão da espressão corporal com manejos de aparelhos diversos sendo das mais variadas vertentes, G.R, G.A, A.G.G, Circo, enfim usar a criatividade e formatar tecnicamente a proposta a ser desenvolvida.

Evitar qualquer forma de movimento que venha acarretar lesões ou intervir na vida saudável da (o) aluna (o), daí então teremos a criatividade a ser desenvolvida e explorar as habilidades para configurar o trabalho coreográfico da Baliza, saber o limite de cada uma e evidenciar as habilidades individuais, os treinos devem ser  bem elaborados para trer precisões e a superação dos objetivos.

Não vejo a obrigatoriedade de uso de aparelhos específicos, devem ficar a critério da baliza e do coreógrafo(a). Mas a musica e movimento devem ser combinatorios, partindo da nuance musical em sua totalidade com  acidentes e frase bem aproveitadas e expressivas num contexto coerente.

Sugiro enquanto profissional da área, estimular a expressao, finalizações, movimentos combinados, elevar a graciosidade,trabalho respiratório que sempre faltam nas apresentações, maquiagens que venha favorecer e evidenciar a beleza natural, prnder cabelos para nao acarretar incidentes, enfim protocolos habituais.

Uniformes devem compor o bom senso, conforto e a mobilidade, em momento algum o uniforme deve ser um aspecto negativo para a execução, portanto a escolha deve ser bem elaborada assim como o modelo e a coerencia estética.

SIGNIFICADO DA NOSSA "ARTE"

Arte (Latim Ars, significando técnica e/ou habilidade) geralmente é entendida como a actividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores, dando um significado único e diferente para cada obra de arte. A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. No antigo Egito já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem a Osíris. Na Grécia, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos.[1] A dança se caracteriza pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre).[2] Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.

A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculando das particularidades do teatro.

Atualmente, a dança se manifesta nas ruas em eventos como "Dança em Trânsito", sob a forma de vídeo, no chamado "vídeodança", e em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico.

Desde os primordios a arte sempre teve sua representação nas mais diferentes fases da historia da humanidade, no meio de Bandas e fanfarras modalidade originaria de padrões militares, onde deve se aferir a marcialidade, hoje tem a flexibilidade apresentar enovações, novas leituras de arte.

Na china por exemplo a arte vem das lutas, danças, pinturas, e trata se de uma expressão milenar seguido por muitas outras etnias.

Roma teve a arte da guerra, lutas homéricas para representar a arte. Enfim, ouço sempre sobre regras, regulamentos e outros adendos. Nao sabemos o que devemos fazer, pois cada um que avalia nossos trabalhos só atribui o gosto pessoal e deixa de realmente obter uma leitura contextualizada e a ótica do conjunto de valores que sao atribuidos aos trabalhos nos aspectos coreograficos, seja na linha de frente (corpo coreografico e baliza).

Fico me perguntando até quando. Sempre fui e sou a favor da coletividade, semeio os valores da soma e da continuidade do movimento Bandas e Fanfarras, pois sou o resultado de anos convivendo nesse mundo de magia, amor, lagrimas, sorrisos e egos, mas ao escrever isso fiz minhas pesquisas e fiquei surpreso com o que ouvi. A grande maioria, pessoas com muita expressão no meio ja não leva mais para as pistas trabalhos para serem avaliados e sim para mostrar apenas seu trabalho isso porque sabem que nao havera um retorno para realmente avaliar e somar ao seu contexto. Nem sempre sabemos o nivel que estamos pois as avaliações nem sempre são claras. Deveriamos nao ter tantas imposições e mais apoio. Como ouvi de um colega “o meio nao tem união”, nao posso ir contra esse parecer, pois sempre vemos que acontecem encontros e a massa nao compareçe por “N” motivos, e fica dificil acertar qualquer coisa coletiva com uma minoria e alguns resistentes ao novo.

Acordem! Precisamos fazer valer a pena e valorizar os nossos trabalhos.

Muitas vezes quem deveria saber sobre o desrespeito, a falta de ética de alguns não fica sabendo, então fica muito fácil descartar pessoas e seus trabalhos devido o gosto pessoal, ou por se sentir ameaçado.

Não gostaria de chegar em um concurso e todos nao aceitarem a avaliação e fazer os jurados ficarem com cara de “ paisagem”.

 

Prof. Abel de Morais

Comentários  

 
+1 #1 Sensacional!Valdir Silva 06-11-2011 01:56
Partindo de um profissional do quilate do Professor Abel, só poderíamos ser premiados com uma pérola impagável que é este artigo e somente um site como o Planeta para nos proporcionar esse momento de raro prazer, fomos privilegiados com esta verdadeira aula.
Quaisquer semelhanças em alguns comentários não terão sidos meras coincidências. Parabéns!!!!!!! !!!!!!!!
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